Fundo de Clareamento: como identificar o fundo de clareamento corretamente para não errar na cor.Aula fundo de clareamento 7
Uma das dúvidas mais frequentes no salão é:
“Em qual fundo de clareamento este cabelo está e qual tonalizante ou cor devo usar para neutralizar ou acertar o tom?”
Essa pergunta parece simples, mas a resposta exige diagnóstico de cor de resíduo , conhecimento de colorimetria direcionada a fundo de clareamento, e raciocínio de neutralização, direcionamento de reflexo.
Na colorimetria capilar, não basta olhar para o cabelo e escolher uma cor pela numeração. Primeiro, é necessário identificar qual pigmento residual foi revelado durante o processo de clareamento na descoloração . Só depois podemos definir qual direção de cor será necessária para neutralizar, intensificar ,suavizar ou esfriar a cor do fundo de clareamento para chegar no resiltado desejado.
Por que identificar o fundo de clareamento é tão importante?
Durante a descoloração, os pigmentos naturais presentes no cabelo são progressivamente desmontados e começa se revelar só parte da cor que vai sobrando como resíduo que chamamos na colorimetria capilar de fundo de clareamento. Esse pigmento residual determina a aparência do cabelo antes da tonalização chamados de altura de 2 a 10.
Por isso, você que quer entregar um tom perfeito precisa aprender a “ler” o fundo de clareamento.
Um erro nessa etapa pode resultar em:
reflexos excessivamente quentes;
neutralização insuficiente;
cabelo acinzentado ou opaco;
excesso de pigmento frio;
resultado diferente da cor planejada.
O segredo não está apenas em saber qual cor neutraliza outra. Está em saber quando, quanto e em qual fundo essa neutralização deve acontecer.
1. Primeiro passo: identifique o fundo de clareamento
Antes de escolher qualquer tonalizante, observe cuidadosamente o cabelo e determine a altura de fundo revelada.
De forma didática, podemos trabalhar com esta leitura:
Altura do fundo: Predominância de pigmento
Fundo 4 vermelho violeta
Fundo 5 vermelho
Fundo 6 vermelho Laranja
Fundo 7 Laranja
Fundo 8 amarelo laranja
Fundo 9 amarelo
Fundo 10 amarelo claro
Essa identificação é fundamental porque o fundo de clareamento participa diretamente da construção da cor final.
Não é suficiente dizer: “quero um loiro frio”.
A pergunta correta é:
1.“Qual é o fundo que eu tenho e qual pigmento preciso acrescentar para chegar ao resultado desejado?”
2. Segundo passo: aplique a lógica da neutralização e direcionamento do reflexo.
Depois de identificar o fundo, entra o conhecimento da Estrela de Oswald a estrelas de cores.
A neutralização acontece pela utilização de cores secundárias, o direcionamento de reflexos das cores complementares e secundárias, ou seja, cores que se encontram em posições opostas e ao lado no círculo cromático.
Principais relações de neutralização:
Azuz → laranja
Violeta → amrelo
Verde → vermelho
Isso significa que, se o cabelo apresenta predominância de laranja, o raciocínio deve caminhar para o pigmento azul.
Se o fundo apresenta predominância de amarelo, o pigmento violeta será o responsável por neutralizá-lo.
Mas atenção:
Neutralizar não significa simplesmente “jogar a cor oposta” no cabelo.
É necessário avaliar a intensidade do fundo, a quantidade do reflexo da neutralização é determinada pela altura da cor, para se obter o resultado desejado.
3. Terceiro passo: respeite a altura do fundo
Um dos erros mais comuns na totalização é escolher uma cor apenas pela aparência da embalagem ou pela cor desejada.
O colorimetrista precisa compreender que a altura do fundo de clareamento limita as possibilidades de construção da cor.
Por exemplo, se o cabelo foi clareado até o fundo 8, não podemos simplesmente escolher uma tonalidade muito mais clara como 12.89 esperando que ela transforme aquele fundo em uma altura superior.
Totalização não substitui clareamento de fundo.
A cor aplicada pode depositar pigmentos e modificar a percepção visual do cabelo, mas não devemos esperar que um tonalizante de altura superior faça o trabalho de um processo de clareamento com a mistura do pó descolorante que não foi realizado, quando você aplica 12.89 no funde de claremento 8 esperando que o cabelo fica mais loiro, o resultado será cabelo com brilho alaranjado porque o fundo de claremento tem mais cor do que 12.89 aplicado.
4. O raciocínio correto antes de escolher a fórmula.
Antes de escolher a cor, faça estas perguntas:
1. Qual é a altura de fundo que vejo no cabelo?
2. Qual processo preciso fazer,neutralizar ,intensificar, suavizar ou esfriar o fundo de clareamento?
Com base na resposta dessas perguntas você escolhe os reflexos que precisa para entregar a cor desjada pelo(a) cliente.
Elizete Jardim Educadora Colorimetrista.
O que é altura de tom e fundo de clareamento?
Seja bem vindo (a), a esse ambiente feito especialmente para você cabeleireiro (a), para te manter muito bem informado dos assuntos que rodeiam o mundo do cabeleireiro principalmente na área da transformação da cor.
Sabia que colorimetria é um dos temos mais buscados no Google? E é exatamente esse estudo que nos ajuda entender o que é altura de tom e fundo de clareamento.
Para que seu entendimento fique claro eu preciso te explicar o que fundo de clareamento antes de eu te dizer o que é altura de tom.
O que é fundo de clareamento?
Bem fundo de clareamento é uma que surge no cabelo quando é ele é descolorido ou passa pela oxidação por meio do clareamento com coloração.
Como é essa cor de fundo?
Essa cor de fundo não é uma cor inteira ela é proveniente da cor natural do cabelo.
Quando você olha para um cabelo humano, você enxerga a cor inteira proveniente das melaninas pigmentos naturais do cabelo, essas melaninas, eumelanina, feomelamina, tricosiderina deixa o cabelo em cor inteira na cores preto, castanhos e loiros.
Quando o cabelo passando por um processo de descoloração essa cor natural é removida do cabelo sobrando apenas parte dela o que chama de fundo de clareamento, sendo assim fundo de clareamento é uma de resíduos de cores naturais.
Agora que você entendeu o que é fundo de clareamento, ficou fácil entender o que altura de tom.
O que é altura de tom?
Tom também se refere a cores, mas cor que é criado no cabelo por meio de cor cosmética, podendo ser cor aplicada no fundo de clareamento, ou cor aplicada com coloração.
Altura de tom significa que a cor for aplicada em determinado fundo de clareamento, a altura do fundo de clareamento que a cor foi aplicado determina a altura de tom.
Todas as cores cosméticas que tem no cabelo são alturas de tom, por não serem cor natural do cabelo.
Com o estudo da colorimetria capilar você pode criar cores lindas para sua cliente.
Então é isso, espero que tenha gostado desse artigo.
Elizete Jardim Colorimetrista.
O pH: o detalhe invisível que determina o sucesso ou o fracasso dos produtos capilares.
Quando falamos sobre colorimetria, tratamentos capilares e cosméticos, é comum direcionarmos nossa atenção aos ativos presentes nas formulações. Entretanto, existe um fator que controla a eficiência de praticamente todos esses ingredientes: **o pH**.
Compreender o pH não é apenas um conhecimento de química. É entender por que um produto funciona, por que outro perde a eficácia e por que a forma de manipular um cosmético pode comprometer completamente seus resultados.
O que é pH?
O pH (Potencial Hidrogeniônico) é a medida da concentração de íons de hidrogênio (H⁺) presentes em uma solução. É essa concentração que determina se uma substância é:
Ácida (pH abaixo de 7);
Neutra (pH igual a 7);
Alcalina ou básica (pH acima de 7).
A escala do pH varia de 0 a 14
Quanto menor o valor do pH, maior a concentração de íons de hidrogênio e mais ácida será a solução. Quanto maior o valor, menor a concentração desses íons e mais alcalina será a solução.
A importância do pH para o corpo humano
O organismo humano depende do pH adequado para manter inúmeras reações químicas funcionando corretamente.
As enzimas, que são proteínas responsáveis por acelerar milhares de reações biológicas, somente desempenham sua função dentro de uma determinada faixa de pH.
Alguns exemplos:
Estômago: aproximadamente **pH 2**, extremamente ácido.
Boca: aproximadamente **pH 7**, neutro.
Duodeno: aproximadamente **pH 9 a 10**, alcalino.
Cada ambiente foi desenvolvido para que determinadas enzimas funcionem com máxima eficiência.
O que acontece quando o pH sai da faixa ideal?
Quando uma enzima é exposta a um pH muito diferente daquele em que foi projetada para atuar, sua estrutura tridimensional sofre alterações.
Essas alterações comprometem:
sua estabilidade;
sua atividade catalítica;
sua eficiência;
Podendo levar até mesmo à inativação completa.
Na maioria dos casos, quando a enzima retorna ao seu pH ideal, sua estrutura é reorganizada e sua atividade é restabelecida.
Isso demonstra como pequenas alterações no pH podem provocar grandes mudanças na eficiência de uma reação química.
Por que os íons de hidrogênio são tão importantes?
Os íons de hidrogênio possuem carga positiva.
Essa característica permite que eles modifiquem a carga elétrica de outras moléculas presentes na solução, alterando sua conformação e, consequentemente, sua função.
Em outras palavras, alterar o pH significa alterar o comportamento químico de diversas moléculas.
Por isso:
substâncias que aumentam a concentração de H⁺ diminuem o pH e são chamadas de **ácidos**;
substâncias que reduzem essa concentração aumentam o pH e são chamadas de bases ou alcalinas**.
O pH também controla a eficiência dos cosméticos
Assim como acontece no organismo humano, os produtos cosméticos também dependem do pH para desempenhar corretamente sua função.
O pH influencia diretamente:
a velocidade das reações químicas;
a estabilidade dos ativos;
a segurança da formulação;
a eficácia do tratamento.
Em muitos casos, o mesmo ativo pode apresentar comportamentos completamente diferentes apenas pela alteração do pH da formulação.
A indústria controla cuidadosamente o pH das formulações.
Durante o desenvolvimento de um cosmético, a indústria utiliza agentes reguladores e estabilizadores para manter o produto exatamente dentro da faixa de pH necessária.
Esse controle garante:
estabilidade física;
estabilidade química;
estabilidade microbiológica;
estabilidade toxicológica;
desempenho esperado durante toda a vida útil do produto.
Alguns exemplos de ativos e suas faixas ideais de pH:
| Ativo | Faixa de pH |
| --------------------------------- | ----------- |
| Ácido glicólico (ação hidratante) | 5,0–6,5 |
| Ácido glicólico (ação esfoliante) | 3,0–4,0 |
| Biosulphur Fluid® | 5,5 |
| Ácido kójico | 3,5–5,0 |
| Cafeisilane C® | 3,5–6,5 |
| Ácido láctico 85% | 3,5–4,5 |
| Clindamicina fosfato | 3,5–6,5 |
| Ácido retinoico | 4,5–6,5 |
Cada ativo foi desenvolvido para atuar dentro de uma faixa específica de pH. Fora dela, seu desempenho pode ser reduzido ou até comprometido.
O que isso significa para o cabeleireiro?
Quando manipulamos um produto de forma inadequada — misturando cosméticos incompatíveis, diluindo sem orientação técnica ou armazenando incorretamente — podemos alterar seu pH.
Essa alteração pode:
diminuir a eficácia dos ativos;
comprometer a estabilidade da formulação;
reduzir o desempenho do tratamento;
interferir no resultado esperado.
Por isso, seguir corretamente as recomendações do fabricante faz parte das boas práticas profissionais.
E os shampoos?
A maioria dos shampoos é formulada com pH entre **5,0 e 7,0**.
Essa faixa é considerada segura porque respeita a fisiologia da pele e do couro cabeludo.
Produtos excessivamente ácidos (como pH próximo de 2) podem provocar:
irritação;
ressecamento;
ardência;
lesões cutâneas.
Da mesma forma, produtos excessivamente alcalinos também podem causar desconforto, aumentando a sensibilidade da pele e favorecendo alterações na fibra capilar.
Conclusão
O pH é muito mais do que um número impresso em uma ficha técnica.
Ele controla a estabilidade das formulações, a velocidade das reações químicas, a atividade dos ativos cosméticos e até mesmo a segurança do produto.
Para o cabeleireiro que deseja atuar com excelência, compreender esse conceito significa tomar decisões mais conscientes, respeitar as características dos produtos e entregar resultados mais previsíveis aos clientes.
Quanto mais entendemos a ciência por trás dos cosméticos, mais deixamos de trabalhar por tentativa e passamos a atuar com conhecimento, segurança e precisão.
Elizete Jardim Educadora Colorimetrista.
A mesma cor aplicada não significa o mesmo resultado. 🎨
É aqui que muitos profissionais se confundem.
Duas clientes podem receber a mesma 8.13, mas apresentar resultados visualmente diferentes porque a base de cada cabelo é diferente,o procedimento para aplicar, se for direto no fundo de clareamento ou em cabelo natural no processo de clareamento com coloração muda o resultado da cor.
No clareamento com coloração, a melanina natural é modificada pela oxidação e parte dos pigmentos permanece no cabelo.
Já no cabelo previamente descolorido, houve uma remoção muito maior dos pigmentos naturais. Por isso, a 8.13 encontra um fundo completamente diferente.
E é exatamente aí que entra o olhar do colorimetrista.Não basta perguntar:
❌ “Qual cor eu aplico?”
É preciso perguntar:
✅ “O que existe nesse cabelo antes de eu aplicar a cor?”
Porque: COR EXISTENTE + COR APLICADA = COR RESULTADO
Por isso, copiar uma fórmula de uma foto não garante o mesmo resultado.
Colorimetria não é receita. É raciocínio.
Quero saber de você:
🤎 Qual resultado você prefere: REF. 1 ou REF. 2?
A mesma cor pode gerar resultados diferentes? Vou te explicar o segredo por trás da cor 8.13
Você já percebeu que a mesma cor aplicada em dois cabelos diferentes pode entregar resultados visualmente completamente diferentes?
Esse é um dos pontos mais importantes para quem deseja desenvolver um verdadeiro raciocínio de colorista.
Imagine duas clientes recebendo a mesma referência de cor: 8.13. A fórmula pode ser exatamente a mesma, mas o resultado final não necessariamente será igual.
E o motivo está naquilo que muitas vezes passa despercebido: A cor aplicada é apenas uma parte do resultado
Na colorimetria, não devemos analisar somente a numeração da coloração.
Precisamos considerar a relação entre:cor existente no cabelo + cor aplicada +marca.
Isso significa que a mesma 8.13 pode se comportar de maneira diferente dependendo do fundo sobre o qual ela será aplicada.
É justamente por isso que uma fórmula que ficou linda em uma cliente não deve ser simplesmente copiada para outra 8.13 no processo de clareamento com coloração.
Quando utilizamos uma coloração para realizar um processo de clareamento, estamos trabalhando sobre um cabelo que ainda possui melanina natural.
A ação oxidativa modifica os pigmentos naturais presentes na fibra e, simultaneamente, ocorre o depósito dos pigmentos artificiais da coloração.
Portanto, durante esse processo, o resultado visual é construído pela interação entre: pigmentos naturais que permanecem ou são modificados; pigmentos revelados durante o clareamento; pigmentos artificiais depositados pela coloração; características da fibra capilar.
Por isso, o cabelo pode apresentar uma percepção de cor diferente daquela obtida quando a mesma tonalidade é aplicada sobre um cabelo previamente descolorido.
8.13 aplicada sobre um fundo de clareamento
Agora imagine um cabelo que já passou por uma descoloração.
Nesse caso, a situação é diferente.
O processo de descoloração promove uma remoção muito mais intensa dos pigmentos naturais da fibra. O cabelo chega à etapa de aplicação da cor com uma quantidade e uma composição de pigmentos residuais diferentes daquela encontrada em um cabelo que foi clareado exclusivamente com coloração.
Quando aplicamos a mesma 8.13, ela encontra uma base diferente.
E se a base é diferente, a percepção do resultado também vai ser diferente.
O verdadeiro segredo está na quqntidade de cor que existe o cabelo.
É comum olhar para uma foto de referência e pensar:“Qual foi a cor usada para chegar nesse resultado?”
Essa pergunta é importante, mas não é suficiente.
O profissional que deseja desenvolver raciocínio de colorista precisa fazer uma pergunta anterior:“Qual era a condição e o fundo desse cabelo antes da aplicação?”
Essa análise muda completamente a maneira de trabalhar.
A nomenclatura da coloração informa quais pigmentos estão sendo propostos para aquele resultado, mas ela não apaga aquilo que já existe na fibra capilar.
O fundo presente no cabelo participa do resultado.
Por que copiar uma fórmula pode dar errado?
Imagine que você veja uma fotografia de um cabelo maravilhoso e descubra que foi utilizada a fórmula 8.13.
Você reproduz exatamente a mesma fórmula em outra cliente.
Mas o cabelo da nova cliente apresenta: outro fundo de clareamento; outro histórico químico; outra quantidade de pigmentos residuais; porosidade; diferente condição da fibra.O resultado, portanto, pode não ser igual.
Isso não significa necessariamente que a fórmula não funciona.Significa que a fórmula foi aplicada sobre uma realidade diferente.
Colorimetria não é copiar receita
É justamente nesse ponto que existe uma grande diferença entre seguir uma receita e pensar como colorimetrista.
O profissional que trabalha apenas com receitas procura uma fórmula pronta.
O colorista analisa o cabelo antes de decidir o caminho.
Ele observa:
Qual é a altura de tom.
Qual é o fundo de clareamento.
Quais pigmentos estão presentes.
Qual foi o histórico químico.
Qual é a condição da fibra.
O que preciso neutralizar.
O que preciso revelar ou acrescentar.
Somente depois dessa análise é possível escolher a estratégia de cor com maior segurança.
A cor desejada não é a cor aplicada
Esse é um dos princípios mais importantes para desenvolver o raciocínio na colorimetria:
A cliente mostra uma cor desejada.
O profissional precisa descobrir como aquela cor será construída naquele cabelo.
A foto mostra o resultado. A fórmula é apenas uma ferramenta para chegar ao resultado.
E entre uma coisa e outra existe o diagnóstico.
Por isso, duas pessoas podem desejar exatamente o mesmo tom e precisar de estratégias diferentes.
O que o colorista precisa aprender?
Mais do que decorar inúmeras fórmulas, é fundamental compreender por que determinada cor funciona em uma base e pode não produzir o mesmo efeito em outra.
Quando você entende a relação entre fundo, pigmento e cor aplicada, começa a deixar de depender de receitas prontas.
Você passa a tomar decisões baseadas em lógica.
Colorimetria é raciocínio, não sorte.
E esse é o verdadeiro segredo por trás de resultados de cor mais previsíveis.
E você, qual resultado prefere?
Entre as duas referências apresentadas neste conteúdo, qual cor você escolheria:
Elizete Jardim Educadora Colorimetrista